Macrometria

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Crise económica Portuguesa
A economia portuguesa na actualidade é marcada por uma crise financeira sem precedentes. Esta secção comenta os seus momentos críticos.


Comentário especial: recessão alivia no primeiro trimestre
Terça, 15 Maio 2012 10:30

O PIB desceu 0,1% no1ºT 2012 face ao 4ºT 2011. A taxa de variação homóloga foi de -2,2%.No 4ºT 2011, as taxas de variação em cadeia e homóloga tinham sido respectivamente -1,3% e -2,9%.

Os detalhes da procura ainda não estão disponíveis, no entanto, segundo o INE, o principal contributo para a diminuição na intensidade da recessão foi a procura interna. No que diz respeito ao comércio externo, apesar de as exportações continurem a registar um desempenho muito favorável, as importações também subiram, tendo assim um impacto menos positivo no crescimento do PIB.

Ainda assim, convém relembrar que esta quase-estabilização foi precedida de diminuições muito significativas, o que implica que os níveis de procura e de produto se mantém em níveis extraordinariamente baixos.

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PIB cai 1,3% no quarto trimestre face ao terceiro trimestre
Terça, 14 Fevereiro 2012 11:38

O PIB Português registou uma taxa de variação em cadeia negativa de 1.3% em volume no quarto trimestre após -0,6% no terceiro trimestre. A taxa de variação em cadeia foi de -2,7%.

Muito embora os detalhes da procura não tenham sido ainda disponibilizados, segundo o INE, a principal contribuição para o declínio foi uma queda significativa na procura interna, nomeadamente consumo das famílias e investimento. O comércio externo aumentou a sua contribuição positiva para a variação do PIB devido a uma diminuição mais significativa das importações. As exportações também abrandaram, em parte devido ao abrandamento económico internacional, mas mantiveram taxas de crescimento relativamente elevadas.

Em 2011, o PIB contraiu 1,5%, ligeiramente melhor do que as expectativas do Governo e das instituições internacionais. Isto deve-se por um lado a política orçamental menos restritiva do que tinha sido antecipado e, por outro ao comportamento positivo das exportações.

 
Portugal's 2012 Budget
Quarta, 19 Outubro 2011 07:01
The Budget is an ambitious, conservative, transparent plan. The gap in the 2011 implementation means that the task is more arduous than was thought in the spring. Furthermore, the risks of derailment have increased, in particular due to the increased risks to economic growth.
Anexos:
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Quarterly: The Portuguese Economy—Respite unlikely to last
Quinta, 08 Setembro 2011 15:10
GDP stagnated in the second quarter, probably due to a pause in fiscal tightening. The new fiscal measures announced and the global slowdown will likely throw the economy in recession again in the third quarter.
Anexos:
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Comentário especial: Economia Portuguesa estagna no segundo trimestre
Quarta, 17 Agosto 2011 08:37

O PIB Português registou uma taxa de crescimento em cadeia de 0% no segundo trimestre de 2011 após -0,6% no primeiro trimestre. A taxa de variação face ao período homólogo de 2010 foi de -0,9%.

Os detalhes da despesa só estarão disponíveis no dia 8 de Setembro. No entanto, o INE avançou que a contracção em termos homólogos se deve sobretudo à quebra da procura interna enquanto a contribuição do comércio externo deverá ter sido positivo.

Estes dados surpreendem pela postiva mas poderão ser o reflexo de uma pausa nos esforços de contenção orçamental no período entre a dissolução da Assembleia e a formação do novo Governo.

Na Zona Euro, a maior surpresa veio da Alemanha que viu o crescimento do PIB diminuir de 1,3% em cadeia no primeiro trimestre para 0,1% no segundo. Os analistas esperavam uma diminuição para 0,5%. Segundo o Instituto Federal de Estatística, as exportações e o investimento tiveram contribuições positivas para o PIB, enquanto o consumo e as importações tiveram uma contribuição negativa. O PIB na Zona Euro também desacelerou de 0,8% em cadeia para 0,2%.

As expectativas para o crescimento na segunda metade do ano mantêm-se muito reservadas, devido ao alastramento da crise de dívida para a Espanha e a Itália e as consequências sobre as políticas orçamentais nesses países. Nestas circunstâncias é provável que o BCE atrase a data da próxima subida de taxas de juro.  

 
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