Comentário semanal gratuito sobre as principais notícias de economia, portuguesas e internacionais.
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A intensificação da crise da dívida não deverá por em questão da sobrevivência do euro, mas põe questões sérias sobre os mecanismos de ajustamento dentro da Zona Euro. Portugal está cada dia mais perto de recorrer ao Fundo de Estabilização Financeira. A Alemanha continua a ser o motor de crescimento da Europa. |
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A taxa de desemprego encontra-se agora no seu nível mais elevado desde 1998. No entanto, a situação do mercado do trabalho é pior do que a retratada pela taxa e desemprego já que nos últimos dois anos houve também uma queda significativa da população activa. Nas suas últimas previsões, a OCDE aponta para riscos significativos para a recuperação da região nos próximos dois anos. |
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O PIB de Portugal e da Zona Euro surpreendeu positivamente no terceiro trimestre. No caso de Portugal, o crescimento do PIB para 2010 deverá assim encontrar-se no topo ou mesmo superar as estimativas dos analistas e institutos internacionais. A reunião do G20 permitiu evitar por enquanto uma guerra cambial que teria efeitos altamente nefastos para o comércio e a recuperação da economia mundial. Mas os problemas de coordenação económica a nível global continuam por resolver. |
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Esta semana, os comentários de Angela Merkel e de outros responsáveis Europeus sobre a necessidade de os investidores em dívida soberana serem chamados a contribuir em caso de default, conduziu ao aumento significativo dos juros dos países periféricos. O BCE manteve as taxas de juro em 1% e fará um anúncio sobre as medidas quantitativas na reunião de Dezembro. |
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O enfoque na aprovação do OE 2011 nas últimas semanas tem desviado as atenções de um dos problemas fundamentais da solvabilidade do Estado: o crescimento potencial da economia Portuguesa, sem o qual a desconfiança sobre a capacidade de financiamento da economia continuará a persistir nos mercados. Na Zona Euro, a confiança na Indústria voltou a subir em Outubro e a confiança das Famílias manteve-se estável. Em Portugal, as medidas de austeridades anunciadas conduziram a uma queda acentuada da confiança das Famílias. |
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